O labrego que vendia fumo

​estamos no ponto vermelho, o segundo mais grave numa escala de 42, o numero de anos que demorámos cantando, rindo, apoucando o saber e a sabedoria em detrimento de um estroinismo movido a chinelos, sardinha, imperiais e audis pagos com o dinheiro dos mesmos alemaes a quem demonizamos, depois, por produzirem e venderem audis. agora temos um procere que pede palavras de carinho a quem manda chular, acavalado numa recua de histericas e eunucos capazes de transformar alcochete no primeiro gulag costeiro do planeta, e um sequito composto por 75% da população nacional que sem qualquer das aberracoes anteriormente aludidas morreria num apice por hipoxia cerebral. 

está dito e escrito por toda a parte que iria ser assim. não é o salve-se quem puder. é o fim dos brandos costumes e da bovinidade endemica. felizmente para mim e para quem sufoca no nojo há quatro decadas, é tambem o fim de quem com ela lucrou.
justica poetica sera soares, alegre, cavaco e demais pais fundadores de todo o mal ainda estarem vivos quando o campesinato cavalar que se julgou cinderela cosmopolita descobrir que a patranha chegou ao fim com juros, coima e penhora.

armem-se e preparem o dia.

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