Pontífices 

Marcelo e Costa, dois lados do mesmo pesadelo, campeiam os estatais coiros pela mátria do jacobinismo com tudo pago por e como ama quem os elegeu, míseros recos cuja anilha é ao tostão. Diz que estarão lá até à celebração da Pastilha, mas que hoje em Abraracourcix ou topossímile ermo jantarão com os grunhos iletrados que a Nacinha enaltece à falta de role models civilizados e cuja ascensão exija mais que a antiga quarta classe.

As frequências audiovisuais transbordam a taça com o narrar dos factos, ladeado por folclore, ecos das bidonvilles e vacuidade acessória até encher o vilão. 

Eleitores sorriem com a mentecapcidade desdentada dos gratos por uma côdea quando o tetravô, coitado, tinha que ir ao castigo e ai de nós se eles nos ouvem.

A estrada tem carros, em terceira fila, pacientes corcéis à espera que o ébrio de serviço, pança folhoso e coalheira repletos de caracóis e de outras iguarias servidas nas faldas do mundo exterior, retorne titubeante.

A manchete? Não é Costa escarrar o BES, banco do PS, na cara dos emigrados. É isto.

Os velhos morrem. Os novos debandam. Eu reencontro a paixão que Ele nos ensinou e mirrado pela glória insondável do Seu desígnio reclino-me e dou graças, esperando.

O curas hominum, O quantum est in rebus inane.

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