Os eunucos estão a vencer

O que escrever quando trezentos milhões de pessoas humanas – sem contar, para já, com oitenta milhões de pessoas Otomanas prestes a obterem carte blanche para, nas palavras do déspota sanguinário que amadamente os governa, “irem pela Europa disseminar a raça Turca” – vivem voluntariamente numa espécie de Truman Show a dez dimensões onde a família deu lugar aos animais de estimação, a Educação a fantasias revisionistas próprias da Dinastia Kim, e toda a apreensão do Mundo se faz  por masturbação digital passiva, numa espécie de reflexo defensivo contra a violência de uma sociedade onde nada nem ninguém deve ousar fender a cristalina redoma que nos protege de nós próprios?

Fico perplexo com a inexistência de um Portal da Exsudação, para que utentes contribuintes cumpridores e utentas contribuintas cumpridoras possam exercer  o seu direito barra dever à auto-denúncia sempre que transpirarem acima da média, crime ambiental de grau três (o terceiro mais grave numa escala de três) e solicitar a emissão da guia com os elementos para pagamento da coima, que pode ir de um salário a cento e vinte chicotadas, agravada em confisco de um órgão interno por reincidência ou caso a comunicação da contraordenação não venha acompanhada de vídeo realizado pelo sujeito passivo onde se exponha, clara e indubitavelmente, perante os seus pares, ímpares e zeros como um negacionista por reeducar.

E isto agora a propósito do quê? Da merda dos muçulmanos, que uma vez mais exploram a grande cascata que nos agrilhoa: os desígnios neocomunas de Bruxelas, a mama faminta dos assistenciados, e o gene da castração mental oriundo de Alcochete e exportado com sucesso para toda a Europa.

Uma estúpida qualquer de 16 anos pode ir a um hospital daqueles seguros, onde não há sal nem bolos, e de uma assentada abortar a vida que gerou porque ai era tão bom sem camisa, e é de borla, tão bom, mas tão bom, enquanto espera pela consulta seguinte onde poderá finalmente realizar o seu sonho de infância e passar de Liliana a Liliano? Pode. Eu posso conduzir o meu carro a 55 km/h com uma saca de ração na bagageira e dormir sossegado em casa sem receio daquilo que o carteiro me trará no dia seguinte e de ver-me, da noite para o dia, acusado de subversão sociofiscogenderófoba? Depende.

Depende, depende. Se eu for branco, heterossexual, homem, em idade activa, trabalhador privado ou independente, condutor, comedor, bebedor, portador de passaporte europeu e capaz de unir dois pensamentos conexos sem auxílio de um jornal ou repartição pública, estou fodido.

Caso contrário acho que me safo.

 

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