Contos do Baralho de Cartas (1)

Certos gajos não conseguem perpetuar a vida sem ter alguém, e o mesmo alguém, na cama todas as noites. Pode ser outro alguém novo, ou até um alguém que vá sendo vários alguéns de ano para ano, mas certos gajos fenecem e acabam por deixar a mesa de jogo quando não têm alguém na casa, que é onde fica a cama, todas as noites. Um dia ouve-se o Tim Booth cantar as pastagens azuis pela enésima vez e o poema certo ocorre, trocando uma porta por outra. As diferenças, então, residirão naquilo em que sempre residiram: na elegância e no método.

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