Interrompo este interlúdio a propósito de dois eventos com proporções bíblicas que vieram à rua esta semana:

– Portugal foi eliminado pela Espanha, não por demérito dos jogadores mas sim por culpa explícita e inegável de uma mentalidade curta, medrosa, feudal, do tipo “vamos jogar contra os nossos superiores, baixemos pois as orelhas, tentemos confundi-los e façamos figas para que não nos tratem mal”, ou seja, as cachorrices intemporais que duram desde o Estado Novo e que são hoje a maior sombra desse negrume, a par com os sucessivos governos compostos por grunhos encartados no 25 de Abril, que alimentam os amigos a poder e putas por penhor dos contribuintes que lhes servem de alimento

– O actual governo de grunhos encartados, herança de uma tribo juvenil agarrada ao LSD rapidamente convertida às gravatas do situacionismo, usou-se de um poder fabricado e ilegal para roubar aos accionistas de uma empresa privada o produto do seu investimento causando ainda a Portugal um dano irreparável; e eis que isto passa impune pelas mesmas razões, sendo expectável ouvir em qualquer café “eles é que sabem, eles são todos iguais, o que é que se há-de fazer” et caetera.

O que, vociferemos a bem da saúde, constitui dose dupla de nojo e induz a um vómito que há já muito não sentia.
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