O problema do intervencionismo

“As bolhas têm de começar a ser vistas como a doença e a recessão a cura. O problema é que o intervencionismo económico tende a prolongar desnecessariamente a recessão, um período onde a relação entre investimento e poupança está a reequilibrar-se. Exemplo disso é a frequência de comentários sobre como é preciso incentivar o consumo, na verdade, a forma mais rápida de ajustamento é mesmo aumentar a poupança para tentar suster o processo de liquidação que se dá sempre com muito maior intensidade nos sectores de produção de bens de capital. Mas o contrário é o advogado, ou seja, a própria origem do fenómeno: um período de incentivo artificial ao investimento e consumo permitido pela ilusão da expansão monetária, o que desequilibra a relação entre a poupança real e o investimento que está a ser realizado.”

– Carlos Novais

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