Os Ministros da Morte, #4

Almeida Santos: “e se alguém dinamitar uma ponte?”

Claro, sucede todos os dias.

Correia de Campos: “os cidadãos já percebem que o plano nacional de saúde está a produzir bons resultados”

Só se forem os que dependem de si para lhes assinar a folha de vencimento.

Mário Lino: “a margem sul é um deserto sem gente, não há nada, hospitais(…)”

A Ota fervilha em bulício incontinente, é de tal forma vulcânica que o PS já pensa em fazer as pazes com o Belmiro encomendando milhares de micro-hipermercados insufláveis para o que der e vier.

Lurdes Rodrigues: “uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu”

Vão todos à merda. Mais declaro por minha honra que nunca chamei filho da puta ao Líder do Querido.

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