Segundo afirma o jornal Sol, o PM terá uma pasta com documentos que pretende usar para colocar um ponto final no assunto.

Os documentos valem o que valem, a questão jamais foi se existiram ou não, mas sim por que meios os terá obtido, e sob que condições. Em suma, da validade desses mesmos documentos.

Parece que andamos a brincar aos totós. Só que, ao contrário da Ota, o preço aqui não se mede em casinhas novas para os entalados bancários, nem nos milhões da EU: aqui, paga-se com a liberdade de expressão, a mesma que o Salazar tentou matar para depois vir ser eleito, talvez por comparação com esta tentacular parvocracia, o português de sempre.

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